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Facebook lança recurso para ajudar marcas a fidelizarem clientes

on Segunda, 25 Julho 2016. Posted in SinalizeWeb

 

O Facebook Business apresentou na terça-feira, 19, novo produto para ajudar marcas a alcançarem pessoas. A “Otimização de Eventos de Aplicativo” permite que as empresas maximizem o retorno de seus aplicativos vinculados à fanpages no longo prazo, para além da instalação. A rede social afirma que “os resultados até o momento são muito promissores”.

Segundo anunciado, por meio da nova ferramenta os anunciantes podem veicular anúncios para as pessoas que têm mais probabilidade de realizar ações vantajosas dentro dos aplicativos. O objetivo do produto é que os anunciantes alcancem com seus aplicativos as pessoas certas: aquelas que trarão mais retorno ao longo do tempo.

“Isso traz muitas vantagens para a marca e também e para as pessoas, que veem nos aplicativos somente os anúncios mais interessantes para elas. As empresas que trabalham com aplicativos de comércio eletrônico e jogos já estão notando um grande sucesso”, afirma a rede social de Mark Zuckerberg.

A ferramenta “Otimização de Eventos de Aplicativo” está disponível para anunciantes do mundo todo. Os anúncios dinâmicos para instalações de aplicativos e o Canvas para anúncios de instalação de aplicativos móveis serão lançados no mundo todo nas próximas semanas, afirmou o Facebook.

Infográfico: o perfil do consumidor mobile no Brasil

on Quinta, 21 Julho 2016. Posted in SinalizeWeb

Somente no segundo trimestre de 2015 o número de usuários de smartphones cresceu 48% no Brasil, com isso, as compras via mobile também aumentaram e estão em constante desenvolvimento. Os dados de 2015 ainda apontam que 1 décimo das compras brasileiras é feita por smartphones e tablets, porém a expectativa para 2016 é que esse tipo de conversão represente 30% no total de vendas de lojas on-line, o que acaba aumentando a necessidade de adaptação do e-commerce ao ambiente das vendas móveis.

Um dos pontos que alavancaram as vendas pelo celular foram as telas maiores dos aparelhos de última geração, como o Galaxy S6 e o Iphone 6. Já a categoria de produto que tem sido mais buscada é a de moda, sendo 32% do consumo feito pelo dispositivo.

O que chama a atenção também é que quase 5% dos brasileiros compram on-line por conta de promoções ou desconto, desta forma os cupons de descontos têm sido bons aliados para fidelizar e gerar novas vendas no comércio virtual. Pensando nisso, o SaveMe elaborou um infográfico sobre o perfil do consumidor mobile no Brasil, onde apresenta as principais características do usuário on-line, informações sobre o uso dos cupons de desconto no país e dicas de economia para quem deseja ter vantagens na hora do pagamento.

 

INFO-CONSUMIDOR-MOBILE (4)

 

Qual a importância do SEO para o redesign da loja e-commerce?

on Segunda, 18 Julho 2016. Posted in SinalizeWeb

Fazer um bolo pode ser fácil, é preciso apenas seguir a receita e usar todos os ingredientes de forma correta, mas imagine a seguinte situação: você misturou a massa, colocou em uma forma e está prestes a colocá-lo no forno, então você se lembra de um detalhe importante, esqueceu-se de colocar os ovos e o fermento.

Sem os ovos, a massa fica lisa e quebradiça, sem o fermento, o bolo não cresce. Os ingredientes foram desperdiçados e você terá que recomeçar a receita do zero e dedicar mais tempo e energia para refazê-lo, misturar os ovos e o fermento depois da massa ter ficado no ponto não farão o bolo ficar bom.

Infelizmente, muitas lojas online e negócios online seguem a mesma ideia. No momento do desenvolvimento eles negligenciam o envolvimento dos profissionais de SEO e só pensam em contata-los após o termino do projeto. Esperando que em um passe de mágica ele consiga elevar o rankeamento no Google.

O SEO não funciona dessa forma
Ele deve começar a ser aplicado desde a primeira fase de desenvolvimento. Vejo muitos sites com potencial e baixo desempenho, pois, ignoraram a importância do SEO durante a fase de planejamento. Como resultado, temos a frustração, perda de tempo e gasto de orçamento.

SEO não pode ser negligenciado
Se o seu objetivo é maximizar as vendas e receitas do seu e-commerce, é importante entender que o SEO tem importância crítica nos resultados. Os donos de e-commerce espertos contratam especialistas de SEO desde o começo do projeto. Eles entendem que altos rankings de busca orgânica não podem ser alcançados com táticas de SEO aplicadas ao final do processo do desenvolvimento web.

Mesmo antes de finalizar as etapas como estrutura do site e design, organização de conteúdo, é importante começar a pensar como será integrado o SEO em cada uma dessas etapas. Por que é tão importante? O design do site pode ter um impacto muito alto no motor de buscas e, portanto, no tráfego e vendas.

Alguns empresários, depois de desfrutar dos resultados de um bom rankeamento durante algum tempo, acreditam que isso não mudará, porém, estão equivocados. O seu site não é o único na disputa por posições do Google, constantemente os valores de (ranking, tráfego, vendas, clientes, taxa de conversão e etc.) são alterados e eles devem ser adequados constantemente.

Não importa o quanto a empresa seja grande no mercado ou se domina o mercado off-line. Quando se trata de web, todo mundo começa igual e o SEO bem efetivo pode posicioná-lo a frente do concorrente. Além do SEO é importante também planejar os links patrocinados para obter um bom resultado.

Tecnologia leva mais compradores às lojas físicas

on Quinta, 14 Julho 2016. Posted in SinalizeWeb

 

A informação captada pelo celular impacta cada vez mais os consumidores no momento de decisão de suas compras. Como as pessoas estão em constante deslocamento, os equipamentos móveis tornaram-se aliados para otimização das tarefas. Atualmente são 125 milhões de usuários de celulares no Brasil (Nielsen Mobile Report – 2015), dos quais 91,6 milhões têm acesso à internet e 76 milhões usam smartphones.

Esta enorme base de usuários tornou-se extremamente pró-ativa em baixar apps ou em se conectar a plataformas que lhes permitam se preparar para realizar uma compra ou comprar da forma mais inteligente, de forma a economizar dinheiro e tempo na busca pelos melhores produtos e marcas.

Quando se trata de digital e mobile, muitos varejistas se concentram principalmente no e-commerce, mas a realidade é que, mesmo em um mercado muito inovador como o dos Estados Unidos, a grande maioria dos cerca de US$ 5 trilhões obtidos por meio das vendas de varejo, em lojas físicas: o e-commerce representou apenas 7,1% das vendas no varejo em 2015 (E-Marketer, 21 de dezembro de 2015).

Isto significa que os varejistas devem oferecer aos clientes a informação certa no momento certo, para influenciar os consumidores a irem às lojas e nas suas intenções da compra.

De acordo com a pesquisa realizada pelo Google sobre o Mercado Consumidor (maio de 2014), 80% dos consumidores quer ver anúncios relevantes próximos à sua cidade, CEP ou imediações. Dados do Google também mostram que a maioria dos consumidores que estão pesquisando dão um pulo na loja física que estiver em até 8 quilômetros de distância.

Revolução digital
Um aplicativo italiano, chamado AondeConvem, está crescendo quase 10 mil downloads por dia no Brasil e mais de 1 milhão por mês no mundo, por conta de suas funcionalidades que permitem que os usuários descubram ofertas próximas ao local onde eles estão. AondeConvem mostra aos usuários informações geolocalizadas sobre promoções, novos produtos, lojas, hora de abertura e formas de contatar os principais varejistas e marcas de cada categoria de compras, fazendo com que o usuário possa fazer as melhores escolhas e economize tempo e dinheiro.

“A mídia no mobile vem crescendo muito rapidamente. Na internet, vemos que diversos setores da economia não exploram todas as oportunidades, principalmente os do varejo offline. Hoje em dia, as pessoas vivem cheias de tarefas e não têm tempo para se dedicar às compras. O que propomos aos consumidores é a possibilidade de economizar e gastar menos tempo. E, para os varejistas, abrir um novo canal de comunicação e relacionamento capaz de captar a atenção do consumidor super conectado que ainda compra em lojas físicas. Os varejistas precisam integrar o digital ao físico, através de uma estratégia que pense todas as informações fluindo por um único canal. Esta integração mobile é chamada de info-commerce, e permite que as pessoas se conectem através da informação enviada por seus varejistas preferidos, próximos ao seu local e de forma muito precisa”, comenta Daniel Simões, Country Manager do AondeConvem no Brasil.

Buscar informações sobre produtos e serviços em smartphones é um comportamento que ganha cada vez mais força e a tendência é que daqui a poucos anos tudo será encontrado através dos smartphones. Somente nos EUA (Pesquisa do Consumidor Google – 2014), a porcentagem da mídia online em 2016 deve ser de 12,2% e estima-se que, em 2019, chegue a 12,9%. Já a porcentagem da mídia mobile deve saltar de 8,3% para 11,5% no mesmo período.

Comprovando este fato, um estudo feito pela Deloitte evidencia que “ano após ano, tanto a influência digital como a influência móvel nas compras no varejo offline crescem na casa dos dois dígitos, com o maior aumento no uso de celulares, se comparado a outros meios digitais. O digital influenciou US$ 1,7 trilhão em vendas físicas somente no último ano; comparado a apenas US$ 0,33 trilhão nos últimos anos. Já a influência mobile em vendas em lojas físicas saltou de US$ 0,16 trilhão, em 2012, para quase US$ 1,0 trilhão” (NAVIGATING THE NEW DIGITAL DIVIDE – Capitalizing on digital influence in retail, 2015).

Seguindo a mesma tendência, o AondeConvem reinventou a forma de saber se uma promoção de um produto ou uma viagem, por exemplo, está ou não está disponível em tempo real. O panfleto de papel vem sendo, aos poucos, substituído por panfletos online, gerando uma economia substancial nos investimentos dos varejistas na divulgação de suas ofertas.

Criado na Itália, o AondeConvem tem mais de 5 milhões de usuários no Brasil que procuram por mais de 4,5 milhões de encartes, com descontos, ofertas e lançamentos de produtos e serviços próximos ao local onde residem ou trabalham. O AondeConvem está entre os 3 mais baixados na loja do Google para a categoria Shopping e tem mais de 200 varejistas como clientes.

Na avaliação de prós e contras em investir em SEO, resultado é uma goleada

on Terça, 12 Julho 2016. Posted in SinalizeWeb

Depois de tantos anos atuando na área, presenciando como produtos, marcas e soluções surgidos do nada se transformaram rapidamente em potências em seus segmentos investindo em marketing digital, ainda me impressiona como muitas empresas ainda subestimam o poder dessa forma de publicidade para alavancar seus negócios. E, dentre as diversas ações, ferramentas e recursos do marketing digital, talvez a mais negligenciada seja justamente a mais básica e fundamental, a otimização do site para os mecanismos de busca (SEO).

Em nosso trabalho de consultoria, em que analisamos dezenas de sites institucionais e de e-commerce mensalmente, impressiona que a grande maioria não preencha os mínimos requisitos técnicos para aparecer bem posicionada nas pesquisas do Google. Além do desconhecimento, fico mais surpreso ainda com o certo desprezo com que muitos empresários, e até executivos de marketing, nutrem pelo SEO. Recentemente ouvi do dono de uma agência de turismo inclusive que SEO e qualquer investimento no Google e mecanismos de busca não valia a pena.

Uma pena para eles que pensem assim. Uma grande oportunidade para os concorrentes, assim como empresas de outros segmentos, para promover seus negócios em uma das maiores vitrines da internet no Brasil e no mundo.

Se você ainda tem dúvidas, reunimos aqui 7 motivos pelos quais vale a pena investir na otimização do seu site.

  1. Visibilidade: Pesquisa recente realizada a partir de 100 milhões de visitas a sites brasileiros constatou que 32% do tráfego é proveniente dos buscadores. Avalie o seu site: se 3 em cada 10 visitantes não estiver vindo do Google, você está perdendo esse potencial para gerar negócios.
  2. Credibilidade: Estar posicionado na primeira página do Google transforma sua empresa em uma referência nas pesquisas de palavras-chave relacionadas a seus produtos, soluções e serviços. É um fator que confere credibilidade à sua marca.
  3. Vantagem sobre a concorrência: O SEO oferece uma grande oportunidade para empresas aparecerem na frente de concorrentes maiores (e até dos líderes de mercado) que não invistam nas buscas do Google.
  4. Tráfego qualificado: Um trabalho de SEO bem feito melhora o posicionamento do site nas buscas de palavras-chave relevantes, ou seja, as utilizadas pelas pessoas que realmente estejam procurando seus produtos e serviços.
  5. Custo-Benefício: O SEO é uma das ações que apresentam melhor relação custo-benefício quando comparado a outras iniciativas de marketing digital. Apresenta também grande sinergia com campanhas no Google Adwords, o que contribui para melhorar a produtividade dos anúncios ou até mesmo reduzir as verbas de mídia.
  6. Inteligência de mercado: As métricas de avaliação do SEO servem como importante referência para avaliar demanda de mercado (quantidade de buscas de palavras-chave), concorrência (posicionamento nas pesquisas) e interesses dos clientes em potencial (visitas ao site, tempo de navegação, produtos e serviços mais procurados, etc.).
  7. Fortalecimento da marca: Ao contrário de outras ações envolvendo anúncios, os maiores investimentos necessários para o SEO estão relacionados à produção de conteúdo (descrição de produtos, e-books, vídeos, infográficos), o que acaba se revertendo em benefício para a própria empresa por serem duradouros e servirem de referência para a marca.

É claro que nem tudo são maravilhas, os resultados não vem de graça. O trabalho de SEO é amplo, envolvendo desde a programação até conteúdos (textos, imagens, vídeos) e arquitetura da informação (estrutura como as informações estão dispostas no site). É dinâmico, pois periodicamente o Google faz alterações no “peso” das regras utilizadas para estabelecer o posicionamento dos sites. E relativamente demorado, pois as atualizações em todos os aspectos necessários levam tempo e os resultados efetivos dependem da indexação do Google e só podem ser avaliados com um mínimo de 3 meses de trabalho. Mas somados os pontos pró e os contratempos inevitáveis, o saldo final em favor do SEO, é 7×3 ainda uma goleada!

seo

Publicidade on-line no e-commerce: qual é a diferença entre um vídeo tradicional e um vídeo interativo?

on Sexta, 08 Julho 2016. Posted in SinalizeWeb

O crescimento da publicidade digital no Brasil  demonstra  que o setor está subindo numa onda que consegue surfar a crise que o país atravessa. Em 2015, este segmento do mercado faturou mais de R$9,3 bilhões, de acordo com um informe elaborado pela IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), que projeta um crescimento de 12% para este ano, chegando a quase R$10,4 bilhões. A nível global para 2016, estima-se o crescimento de aproximadamente 5,9% – se compararmos com o ano passado.

Por sua parte, os vídeos em páginas de e-commerce aumentam significativamente as chances de vendas. Segundo um estudo recente realizado pelo Liveclicker, as lojas online que contam com vídeos vendem cerca de 80% a mais e têm a oportunidade de aumentar o valor do produto em até 50%.

A otimização e eficiência de novas ferramentas digitais fortalecem um crescimento contínuo, sobretudo se estão focadas nos resultados. No caso das lojas virtuais, através da publicidade de vídeos interativos,  plataformas apostam em impactar o mercado brasileiro com propostas inovadoras, flexíveis e eficazes.

Contudo, o que é um vídeo interativo e em que se diferencia de um tradicional? “O vídeo interativo é uma melhor maneira de aperfeiçoar o vídeo publicitário adicionando calls to action (chamada para ação) e despertando no usuário o desejo de interagir, permitindo que as campanhas sejam até seis vezes mais efetivas”, afirma Mariano Lo Cane, Co-founder e CEO de Cinemad, uma plataforma online que permite agregar interações de redes sociais, e-commerce e marketing a qualquer vídeo, visando melhorar sua efetividade e converter assim, um vídeo comum em um anúncio interativo.

Ferramenta como essas  são grandes aliadas do e-commerce, permitem melhorar a CTR (taxa de cliques, por sua sigla em Inglês) de cada campanha: a CTR de um vídeo tradicional, que se reproduz  em Vimeo, Youtube ou redes semelhantes de vídeo streaming tem, em média, entre 1% e 2%, em comparação com o CTR de um vídeo interativo, que varia de 5% a 12%, resultando em uma maior eficácia por parte de estes.

Vídeos interativos no Brasil

Edgar BezerraCountry Manager da Cinemad Brasil, destaca três motivos pelos quais a startup escolheu o Brasil para seu desenvolvimento: “Primeiro pelo tamanho. Somente o mercado brasileiro é quase o dobro dos outros países da América Latina juntos. Segundo, a qualidade. A criatividade brasileira sempre se destaca a nível mundial e isso é fundamental para nossa empresa. Por último, mas não menos importante, as agências full service ou 360º que existem no Brasil, são grandes parceiros nossos. Ao ser apenas um interlocutor que se interpõe em todo processo de planejamento, criatividade, produção e distribuição dos comerciais, é que podemos chegar a melhores resultados. No resto dos países do continente, temos que trabalhar unicamente com as agências de mídia, o que limita nossa capacidade de intervenção sobre a criatividade do produto”.

Presente na Argentina, Chile, Espanha, México e Porto Rico, Cinemad chega ao Brasil com uma meta de curto e médio prazo para conhecimento de seu produto. “Na Cinemad viemos crescendo aproximadamente 87% ao mês, e 66% dos anunciantes que provaram nosso produto voltaram a veicular campanhas conosco”, conclui Bezerra.

Os 4 pilares fundamentais da segurança de um e-commerce

on Quinta, 30 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

A última pesquisa “Perfil do E-commerce Brasileiro”, encomendada pelo PayPal junto à Big Data Corp, apontou que o número de sites que utilizam o certificado digital SSL saiu de 20.68%, em 2015, para 73.85%, em 2016. Isso vem ao encontro de uma pesquisa do Ibope/Conecta divulgada no último ano, quando foi apontado que 56% dos clientes verificam se um site é seguro antes de finalizar a compra, sendo o SSL, ou o cadeado na barra de navegação, uma das principais formas de análise.

Mas, embora a informação do aumento de lojas que utilizam o certificado seja muito bacana e animadora – já que reforça que mais empresários estão investindo em segurança do usuário –  é necessário sempre reforçar que ele não é a única solução de segurança para sites virtuais. Na verdade, o SSL é o nível mais básico que uma loja virtual pode adotar, apenas um ponto na segurança entre 4 pilares básicos que sustentam a web:

  • Certificado digital SSL
  • Blindagem de Sites
  • WAF
  • Teste de penetração

Para facilitar sua pesquisa, vamos apresentar um resumo sobre cada uma das aplicações desses pilares e como eles podem beneficiar seu e-commerce:

Certificado digital: como já dissemos, trata-se do elemento básico de segurança para um site. O motivo disso? Bem, o SSL criptografa as informações inseridas em um site, embaralhando elas para que, caso sejam interceptadas por pessoas mal-intencionadas, não seja possível interpretar o que foi digitado pelo usuário/cliente de seu site. Ele protege informações sensíveis, como dados de cartão de crédito e informações pessoais dos clientes. Ele é identificado pelo HTTPS ou pelo cadeado na barra de navegação.  Existem diferentes modalidades de SSL e cada uma delas é destinada a um perfil de negócio.  

Blindagem de Sites: a Blindagem de Sites é um serviço exclusivo da Site Blindado. A empresa realiza diferentes testes de vulnerabilidades no site, agrupa essas informações e encaminha um relatório com as brechas de segurança que precisam ser corrigidas para que pessoas mal-intencionadas não consigam invadir as aplicações de seu site. Se todas as correções forem realizadas, o site adquire o direito de exibir o Selo Site Blindado, presente em alguns dos principais e-commerces do Brasil, como Americanas.com e Submarino. Os testes são realizados todos os dias.

WAF: de forma direta, o WAF cria uma espécie de barreira em seu e-commerce, impedindo que pessoas mal-intencionadas possam criar ataques, como de DDoS, para derrubar seu site. É possível identificar e filtrar tráfego com grande fluxo oriundo de áreas incomuns. Por exemplo, seu site passa a receber um grande fluxo de acesso de países como Rússia e Croácia. No entanto, você não vende para esses lugares e eles podem ser a origem de alguns ataques prejudiciais ao seu site. O WAF funciona para se prevenir deboots que querem aproveitar da fragilidade de alguns servidores, gerar um número alto de acessos e, com isso, tirar o site do ar.

Teste de penetração ou pentestum especialista realiza uma série de testes manuais, simulando práticas de pessoas mal-intencionadas e encontrando brechas que devem ser fechadas. Esse tipo de teste auxilia a encontrar algumas falhas na segurança que não são facilmente identificadas por sistemas eletrônicos. Também são testadas diferentes formas de invasão em uma vulnerabilidade. Todos os testes são realizados em ambientes homologados.

Viu, o SSL não é o único sistema de segurança que sua loja virtual precisar ter: na verdade, ele é o passo mais básico e precisa fazer parte de sua estratégia de segurança, mas deve ser associado a outras soluções para que você realmente ofereça segurança ao seu cliente.  E acredite, se ele souber que suas informações podem ser expostas, dificilmente irá comprar em sua loja.

5 formas de melhorar o seu negócio com o WhatsApp

on Terça, 28 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

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Com cerca de 100 milhões de usuários no Brasil – o equivalente a 96% dos brasileiros que possuem um smartphone – o WhatsApp é, sem dúvida, uma das plataformas digitais mais populares no país. Lançado globalmente em 2009, e comprado pelo Facebook em 2014, por cerca de US$ 22 bilhões, o serviço tornou-se um fenômeno local ao permitir que pessoas troquem mensagens de texto, áudio e imagens a partir de seus celulares, sem gastos adicionais com SMS – bastando estarem conectados a uma rede sem fio.

Diante desse contexto, e do fato de aplicativos de mensagem estarem ultrapassando redes sociais em popularidade, empreendedores precisam reavaliar a sua atual estratégia de marketing digital e considerar os potenciais dessa dinâmica. Sabe-se, por exemplo, que a troca de mensagens é um hábito com um teor de uso muito mais privado e pessoal do que aquele feito nas plataformas sociais mais tradicionais. Além disso, ela possui uma taxa de sucesso bastante impressionante: estima-se que cerca de 98% dos SMSs enviados são abertos e lidos em até 3 segundos enquanto a taxa de abertura de e-mails é de apenas 22%.

Por aqui, ainda que originalmente tenha sido promovido como um simples app para troca de mensagens, o WhatsApp vem ganhando novas utilidades, capitaneadas por empreendedores, empresas de diferentes portes e até mesmo instituições públicas.

Alguns proprietários de academias locais, por exemplo, estão usando a plataforma para responder dúvidas de sócios e marcar horários de atividades. De forma semelhante, comerciantes independentes já enviam mensagens regulares a clientes para informá-los sobre produtos recém-chegados.

Companhias de maior porte, como imobiliárias, vêm listando o WhatsApp como um dos seus principais canais de contato com potenciais clientes. E o mesmo se aplica a órgãos institucionais: no Rio de Janeiro, a Prefeitura estabeleceu um número no app exclusivamente para responder às dúvidas dos cariocas sobre as obras que estão afetando a cidade antes dos Jogos Olímpicos de 2016.

E depois de saber tudo isso, é hora de colocar a mão na massa. Abaixo, listo as cinco principais formas que empreendedores e empresas podem usar o WhatsApp em suas estratégias de marketing digital para se destacar no mercado e ganhar a lealdade do consumidor:

1. Serviço de atendimento ao consumidor (SAC)
Usuários e consumidores esperam, cada vez mais, respostas imediatas às suas perguntas. Enquanto o mundo se torna mais móvel, eles esperam poder recorrer a plataformas de mensagens diretas como um meio de interação com suas marcas preferidas, simplesmente por tratar-se de um modo de comunicação mais rápido e prático.

De olho nessa tendência, o primeiro passo que empreendedores e empresas devem tomar, para que não fiquem para trás, é ter um número específico no WhatsApp para que seus clientes possam contatá-los. E como o app não tem uma funcionalidade de pesquisa ou descoberta de perfis, o número deve ser compartilhado em outros canais oficiais da marca, como seus perfis institucionais no Facebook e Twitter. Outro bom local é à direita na embalagem do seu produto.

Estabelecido esse canal, o segundo passo é montar uma equipe para dar atenção às demandas dos clientes em tempo real, recebendo, gerenciando e respondendo às mensagens dos usuários pela plataforma.

2. Fornecimento de serviço
Ao elaborar uma campanha para a sua marca ou serviço, pergunte-se:

Em uma campanha de 2014, a Hellmanns Brasil enviou aos seus consumidores, por meio de mensagens no WhatsApp, receitas personalizadas com base no que os usuários sinalizavam ter em suas geladeiras. Em paralelo, um chef os ajudava com o compartilhamento de imagens sobre técnicas e modos de uso do produto da marca, alertando ao público, por exemplo, sobre a melhor a hora para retirar suas receitas do forno.

Trata-se de um exemplo pontual do uso do WhatsApp para a oferta de uma experiência personalizada a consumidores, mas que pode encontrar eco em serviços e produtos de diversas outras marcas.

3. Compras por texto
Mensagens de texto costumam ser enviadas de uma pessoa para outra, de forma exclusiva e personalizada. Ou seja, representam uma grande oportunidade para empresas fornecerem experiências de vendas premium.

Por aqui, pequenas lojas de vestuário estão usando mensagens para alertar seus clientes recorrentes quando uma nova coleção chegou e para compartilhar fotos e vídeos de seus produtos. Em contrapartida, seus usuários podem escolher o seu produto por meio de um catálogo e efetuar a compra de um item com uma mensagem no WhatsApp para o vendedor.

No ano passado, em Minas Gerais, ficou famoso o caso em que a compra de um imóvel foi validada em uma troca de mensagens no WhatsApp, incluindo o envio do depósito do dinheiro e cópias de documentos. Dá para acreditar? Todo aquele processo burocrático foi transformada em uma simples e divertida mensagem.

Dessa forma, gerentes de lojas e promotores de vendas devem ser encorajados a receber encomendas por meio de mensagens, e, além disso, os usuários devem ser capazes de definir suas preferências de entrega e de pagamento pela plataforma.

4. Engajamento e comunidade
Se a sua marca foi idealizada em torno de um tema que inspira as pessoas ou as aproxima, como fitness, moda ou carros, aplicativos de mensagens como o WhatsApp podem ajudá-lo a construir e promover uma comunidade em torno desses temas.

Para isso, é preciso criar um grupo de mensagem temático, torná-lo acessível a seus clientes mais fiéis e utilizar o espaço para fomentar o engajamento em torno de novos produtos. Esses grupos podem ser ancorados em lojas físicas locais, com gerentes identificando clientes regulares e convidando-os a fazer parte de um grupo privado com outros clientes fiéis.

5. Conteúdo original
Na verdade, o ideal é que as iniciativas de conversas não sejam lideradas pelas empresas – apenas estimuladas. E uma forma de realizar isso é justamente por meio da criação de conteúdo original pela marca, o qual pode então ser compartilhado organicamente com os clientes.

A utilização do Whatsapp como ferramenta de marketing está ganhando cada vez mais espaço. Um bom empreendedor é aquele que sempre se mantém atualizado e por dentro das tendências de mercado, sejam elas quais forem.

 

Elo7 lança nova forma de comprar via chat

on Quinta, 23 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

O Elo7, marketplace de produtos criativos e autorais, apresenta ao mercado uma nova forma de comprar online, que torna a compra por celulares tão fácil quanto usar um aplicativo de mensagens. Com a tecnologia exclusiva e inovadora chamada Talk7, o Elo7 é o marketplace pioneiro a criar e migrar suas vendas para o novo sistema de compras via chat em tempo real, desenvolvido pela própria empresa.

“Por meio da tecnologia Talk7 integrada ao Elo7, o comprador consegue fazer tudo pelo chat. Desde uma simples pergunta ao vendedor até receber sugestões e concretizar o pedido na mesma interface. Isso simplifica e agiliza muito a vida de quem compra porque o pedido e a conversa com o vendedor ficam organizados em uma linha do tempo fácil de ser consultada pelo celular de qualquer lugar. É uma nova forma de comprar que nasce feita para o celular, mas que funciona muito bem no computador também”, explica Guto Araújo, empreendedor do Elo7 e co-fundador do Talk7.

Outra característica importante dessa novidade é o assistente “7” que participa da conversa informando sobre cada etapa da compra e quais ações precisam ser tomadas para dar andamento ao pedido. O assistente “7” pode, por exemplo, informar ao comprador que o pagamento foi recebido pelo vendedor e a partir da mesma interface de chat, o comprador pode então enviar fotos e ideias para o vendedor começar a produzir o seu pedido.

“No Elo7, acreditamos que a intervenção humana é algo insubstituível. Essa nova forma de comprar usando a nossa tecnologia Talk7 significa mais praticidade, além de um contato mais pessoal e próximo entre comprador e vendedor. Em um momento que as grandes empresas do Vale do Silício se voltam para os avanços em inteligência artificial e os robôs que conversam com os usuários, chamados “chat bots”, é fundamental lembrarmos que a tecnologia deve sempre estar a serviço de transformar e conectar as pessoas, que é outro de nossos valores como empresa”, finaliza Carlos Curioni, empreendedor do Elo7 e co-fundador do Talk7.

 

O negócio precisa crescer, mas o empreendedor também

on Quarta, 22 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Crescer dói. São as tarefas que acumulam, as prioridades que mudam e, principalmente, o time que deve crescer junto com a empresa e seu empreendedor. E para que tudo isso não seja um total desastre, é preciso entender que todos estão no mesmo barco, aprendendo a remar e errar, mas sempre com uma direção a ser seguida.

Para contar um pouco sobre os desafios e aprendizados dessa arte chamada “gestão de pessoas”, a Endeavor convidou João Del Valle, cofundador e CTO do EBANX, e Vinícius Roveda, CEO e fundador da Conta Azul, para um bate papo. Veja as principais lições dessa conversa:

1. Contrate as pessoas que compartilham seu sonho
Entre erros e acertos, os empreendedores concordaram em uma lição: contrate as pessoas que têm brilho no olho e acreditam nos valores e missão da sua empresa. Toda a sua equipe deve crescer e aprender junto, por isso, de nada adianta contratar o melhor engenheiro do mercado se ele não está disposto a aderir à cultura da sua empresa. Admitir os erros, não apontar dedos um pro outro, criar protagonistas, isso é o que faz a empresa crescer.

É difícil de ouvir, mas, uma hora ou outra, o empreendedor tem que deixar o holofote de lado. Isso não significa abandonar a história, mas sim que está na hora de abrir o palco para que cada vez mais personagens entrem em cena e protagonizem um ato. No final, a lição que tiramos é que nenhum sonho se torna realidade com apenas uma pessoa, por isso, desenvolver donos para crescerem junto com a empresa é essencial.

2. Decisão certa é aquela pensada com calma
Outra lição que os empreendedores tiraram de um de seus maiores desafios foi: a tomada de decisão deve ser sempre analisada com calma. Vinícius conta que, devido ao rápido crescimento da sua empresa, ele viu, de um dia pro outro, uma área que tinha apenas uma pessoa se transformar em departamento inteiro, sem que antes um bom planejamento pudesse ser feito.

Depois de um tempo, a área conseguiu se estruturar e estabelecer processos de forma mais clara, mas todas as dores de cabeça em relação a estruturação do novo setor poderiam ter sido evitadas se os empreendedores tirassem uma tarde para analisar, com calma, a decisão.

3. Delegar não é adestrar
Quando uma empresa começa a expandir, os empreendedores parecem virar malabaristas, cada um equilibrando mais e mais pratos, tentando fazer com que nenhum deles caia no chão. Mas, como todos sabemos, é inevitável, alguns pratos caem a fazem a maior bagunça. A verdade é que, no começo, os empreendedores acabam concentrando todas as atividades neles próprios e, quando chega a hora de delegar, porque as tarefas vão acumulando à medida que a empresa cresce, os desafios têm início.

Uma das maiores dores dos empreendedores acontece na hora de delegar uma tarefa. Os empreendedores ainda querem ser malabaristas, por mais que a realidade já não permita mais isso. E quando falamos em delegar, não estamos querendo dizer apenas mandar um e-mail com uma lista de tarefas a serem cumpridas. É preciso que os empreendedores e times deleguem também a gestão dos projetos e atividades. Pode parecer igual, mas não é.

Quando você delega uma tarefa, você está apenas passando uma informação para frente, agora, quando alguém delega a visão, missão, a criação de um projeto, isso tudo está ligado ao lado intangível do negócio. Em outras palavras, confie na execução da ideia. Por isso, mesmo quando alguém do seu time fizer algo de um jeito diferente, você não deve vetar. É preciso confiar e acreditar que ele já fez aquilo e sabe o que está fazendo.

Por mais que os empreendedores admitam ter ganhado uma experiência muito grande em gestão de pessoas, eles continuam afirmando que esse ainda é um dos seus maiores desafios. Lidar com pessoas é sempre algo novo e surpreendente, por isso, a única solução é procurar sempre melhorar e buscar o melhor para a equipe.

 

Aumento da confiança do consumidor faz vendas no varejo aumentar, diz Bloomberg

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

As vendas no varejo do Brasil aumentaram em abril, acompanhando as expectativas dos analistas com a recuperação da confiança dos consumidores e economistas já preveem que maior economia da América Latina possa emergir da recessão mais rápido do que pensavam inicialmente.

As vendas cresceram 0,5% em Abril depois de uma queda de 0,9% no mês anterior, disse a agência nacional de estatística. Os dados acompanham uma média estimada pelos 36 economistas pesquisados pela Bloomberg. As vendas diminuíram 6,7% em Abril contra o mesmo mês em 2015.

A confiança do consumidor está dando sinais do potencial de recuperação de acordo com a desaceleração da inflação e os economistas já estão melhorando suas previsões de crescimento econômico.

Mesmo assim, um sentimento permanece acerca do histórico de baixas e com desemprego em alta. No primeiro trimestre, a maior economia da América Latina encolheu pelo quinto mês consecutivo, arrastado pela retração do gasto dos consumidores.

Vendas de alimentos, bebidas, tabaco e supermercados e hipermercados cresceram 1% em Abril, após uma queda de 1,4% no mês anterior. Vendas do setor de vestuário aumentaram 3,7%.

Os gastos do consumidor no primeiro trimestre diminuíram 1,7%, pelo quinto mês consecutivo, arrastando uma queda da economia em geral em 0,3%. Apesar disso, o número é menor que a média prevista pelos economistas, que têm aumentado, desde então suas previsões.

A economia brasileira retraiu 3,8% em 2015 e os economistas pesquisados pelo Banco Central veem uma retração menor este ano e uma retomada de crescimento em 2017. Na semana passada, BNP Paribas revisou o GDP 2016 e previu uma contração de 3%, contra uma previsão anterior de retração de 4%. O Itau Unibanco Holding SA também melhorou suas previsões para 2016 saindo de uma queda de 4% para 3,5%.

As vendas em geral no varejo, que incluem, carros, peças automotivas e materiais de construção caíram 1,4% em Março, contra 9,1% em Abril do ano passado, de acordo com estatísticas do instituto.

Vendas em julho confirmaram a expectativa dos varejistas e tiveram um crescimento de 5,6% em relação ao mesmo período de 2012

Três razões para usar o pagamento móvel

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

A organização da CARDS, PAYMENT & IDENTIFICATION 2016 preparou um infográfico que aponta as três razões para ter um meio de pagamento móvel. Segundo levantamento realizado pela CARDS, o mercado de meios de pagamento deve movimentar US$ 1 trilhão em 2017. A tendência é que a autorização do pagamento via smartphone seja realizado via comando de voz, impressão digital, selfie e reconhecimento da pulsação. No Brasil, 20,4 milhões de pessoas usam algum tipo de pagamento eletrônico. O pagamento mobile cresceu 2.275% nos últimos cinco anos. O País está acima da média mundial no índice mundial de pagamentos móveis, sendo que este mercado deve alcançar 80 milhões de usuários até 2018.

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Mercado Livre lança revista com dicas para criar, acelerar e profissionalizar as vendas na Internet

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

O Mercado Livre Brasil, em parceria com a Editora Online, apresentou a revista “Mercado Livre: Guia para Ganhar Dinheiro”, uma publicação que oferece todas as informações necessárias para que qualquer empreendedor comece a vender na Internet e se profissionalize rapidamente usando o marketplace do Mercado Livre e os serviços do ecossistema da empresa. Aproximadamente 50% dos brasileiros tem acesso à internet. Desses, apenas metade já fez uma compra online e apenas 4% do varejo brasileiro ocorre fora do meio físico. Esses dados recentes de mercado reforçam a necessidade de uma empresa 100% de tecnologia e online como o Mercado Livre oferecer uma revista impressa, tendo em vista a existência de milhões de potenciais vendedores off-line.

Com nove capítulos e 98 páginas, a revista visa a atingir todo tipo de empreendedor: o que planeja começar a vender online, o iniciante e o experiente em vendas, mas que precisa se profissionalizar. Vendedores que já possuem lojas físicas e agora pretendem investir no e-commerce também terão um vasto conteúdo para consultar. O prefácio da revista foi escrito pelo empreendedor Tallis Gomes, fundador da Easy Taxi e do site de serviços de beleza Singu.

“Temos percebido um crescimento expressivo na quantidade de brasileiros querendo empreender na Internet nos últimos meses, principalmente a partir de marketplaces, que facilitam a conexão entre vendedores e compradores. Podemos ajudar essas pessoas com informações simples e acessíveis. Além disso, quem já utiliza o nosso marketplace poderá conhecer melhor todas as outras ferramentas de nosso ecossistema de serviços, que ajudam o vendedor a adquirir escala e a profissionalizar seu negócio”, comenta Lemos.

Segundo Paulo Houch, presidente do grupo IBC, editora Online, a ideia da revista surgiu no ano passado, quando a editora lançou uma edição especial da revista ‘Meu Próprio Negócio’ com uma capa sobre o Mercado Livre e viu que a edição foi a mais vendida do ano. “Percebemos que existe um grande interesse no público em geral em saber mais como ganhar dinheiro usando o Mercado Livre. Decidimos então realizar junto com a empresa uma revista específica sobre isso. Nossa equipe de jornalistas conversou com todos os gestores da companhia para passar na revista os segredos de se vender bem no Mercado Livre e na Internet em geral”, conta.

A edição especial do “Guia para ganhar dinheiro” está à venda pelo valor promocional de R$19,99 no site do Mercado Livre, nas bancas de jornal de todo o país, rede de postos Graal e a versão digital pode ser lida em aplicativos para smartphones e tablets Android e iOS, entre eles “Nuvem do Jornaleiro app”; Revistas Já; ibaClube; e Bancah!. A edição ficará disponível por até seis meses nos pontos de venda e poderá ser atualizada periodicamente.

 

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Número de empresas criadas bate recorde histórico no primeiro trimestre, afirma Serasa.

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

No primeiro trimestre de 2016, o país contabilizou 516.201 novas empresas, o maior registro para o período desde 2010, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas.O número é 7,5% maior que no primeiro trimestre de 2015, quando foram registrados 480.364 nascimentos. Em março, houve ligeira queda de 0,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior, totalizando 184.560.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o aumento de novas empresas no primeiro trimestre foi puxado pelo surgimento de novos microempreendedores individuais. Este movimento tem sido determinado, principalmente, pela perda de postos formais no mercado de trabalho por causa da recessão econômica, impulsionando trabalhadores desempregados a buscarem, de forma autônoma e formalizados, alternativas econômicas para a geração de renda.

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Nascimento de Empresas por natureza jurídica

No primeiro trimestre de 2016 o número de Microempreendedores Individuais (MEIs) totalizou 413.555, crescimento de 14,0% sobre o mesmo período de 2015, quando 362.804 novos MEIs surgiram. Observa-se, inclusive, um aumento crescente dos MEIs entre todas as naturezas jurídicas apuradas no decorrer dos anos. No mês de março de 2016 o número de MEIs totalizou 148.673, crescimento de 16,5% sobre março de 2015, quando 134.803 novos MEIs surgiram. 

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Os MEIs foram a única natureza jurídica a apresentar crescimento no trimestre, enquanto as demais tiveram decréscimo. O número de nascimentos em Empresas Individuais apresentou queda de 13,8% no período, com 38.553 companhias nascidas, contra 44.718 no mesmo trimestre do ano anterior. As Sociedades Limitadas também registraram diminuição nos nascimentos de um trimestre para outro, de 48.012 para 39.994, queda de 16,7%. O nascimento de empresas de outras naturezas teve queda de 2,9% e totalizou 24.099.

Nascimento de Empresas por Setor

O setor de serviços continuou sendo o mais procurado pelos empreendedores, no primeiro trimestre de 2016, com a abertura de 324.984 novas empresas no segmento, o equivalente a 63,0% do total de nascimentos. Em seguida, 146.830 empresas comerciais (28,4% do total) surgiram nos três primeiros meses do ano e, no setor industrial, foram abertas 43.163 empresas (8,4% do total).

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O indicador revela um crescimento constante na participação das empresas de serviços no total de negócios que surgiram no país nos últimos seis anos, passando de 53,5% (março de 2010) para 63,0% (março de 2016). Por outro lado, a participação do setor comercial tem recuado gradativamente: de 35,0%, em março de 2010, para 28,4%, em março deste ano. Já a participação das novas empresas industriais se mantém estável.

Nascimento de Empresas por Região

O Sudeste foi a primeira região em número de novos negócios no primeiro trimestre de 2016, com 258.971 empresas ou 50,2% do total. A Região Nordeste ocupou o segundo lugar, com 16,3% (36.830 empresas) e a Região Sul ficou em terceiro lugar, com 16,0% de participação e 82.507 novas companhias. O Centro-Oeste registrou a abertura de 44.332 empresas ou 8,6% de participação, seguido pela Região Norte, com 25.204 novos empreendimentos ou 4,9% do total de negócios inaugurados em fevereiro/2016.

De acordo com o indicador, as regiões Sudeste e Sul puxaram a alta de nascimentos de empresas no país no primeiro trimestre, enquanto as demais regiões apresentaram queda no número de novos empreendimentos. A maior alta no período, em comparação com os três primeiros meses de 2015, foi registrada no Sudeste (6,8%), seguida pelo Sul (4,4%). Enquanto isso, a Região Nordeste apresentou queda de 3,9%, e a Região Centro Oeste teve queda similar, de 3,5%. A Região Norte registrou ligeira queda de 0,6%.

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Nascimento de Empresas por Estados

Dos 27 estados brasileiros, 19 tiveram aumento no número de nascimentos de empresas na comparação entre os primeiros trimestres de 2016 e 2015. O Amapá foi o estado que registrou a maior elevação no período: 38,6% (1.239 novas empresas nos três primeiros meses de 2016 contra 894 entre janeiro e março de 2015). O Rio de Janeiro ficou em segundo lugar entre os estados que mais viram novos empreendimentos surgirem, com 18,8% de variação positiva (54.641novas contra 45.977 no período anterior). Em terceiro, Santa Catarina, com 14,6% de elevação (22.072, no primeiro trimestre de 2016, e 19.263 no primeiro trimestre de 2015).

Já em termos de quantidade de nascimentos, no primeiro trimestre de 2016, São Paulo esteve na liderança, com 145.324 novas empresas. Minas Gerais ficou em segundo no período, com 58.271 nascimentos. Na terceira posição, o Rio de Janeiro acusou o aparecimento de 54.641 novos negócios nos três primeiros meses do ano. Paraná (33.274) e Rio Grande do Sul (30.764) vieram na sequência.

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Metodologia do estudo sobre Nascimento de Empresas

Para o levantamento do Nascimento de Empresas foi considerada a quantidade mensal de novas empresas registradas nas juntas comerciais de todas as Unidades Federativas do Brasil bem como a apuração mensal dos CNPJs consultados pela primeira vez à base de dados da Serasa Experian.

Serasa Experian

A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais ICP-Brasil, tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.

Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing, identidade digital e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.

Para mais informações, visite www.serasaexperian.com.br

Experian

A Serasa Experian é parte da Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes ao redor do mundo. O Grupo auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização do processo de tomada de decisão. A Experian também apoia pessoas físicas na verificação de seus relatórios e scores de crédito e na proteção a fraudes de identidade. Em 2015, a Experian foi eleita pela revista Forbes como uma das companhias mais inovadoras do mundo.

A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2015 foi de US$ 4,8 bilhões. A empresa emprega cerca de 17.000 pessoas em 37 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; na Califórnia, Estados Unidos, e em São Paulo, Brasil.

 

Na contramão da crise, Bloochef aumenta o seu faturamento no início de 2016

on Segunda, 20 Junho 2016. Posted in SinalizeWeb

Bloochef, plataforma que iniciou as suas operações em outubro/2015, promete ajudar a encontrar o chef que vai preparar o menu perfeito para cada ocasião em sua casa ou evento.  São centenas de opções de cardápios criados por chefs das mais variadas especialidades. É possível escolher por data, preço por pessoa, tipo de culinária, dieta alimentar ou mesmo procurar por um prato específico. As opções vão de uma simples hamburgada ou churrasco até refeições mais sofisticadas.

Fundado por 4 jovens amantes da boa gastronomia, Rafael Taube, Renata Moritz, João Furlan e Juliana Gonçalez , a plataforma está tendo um crescimento grande quando comparamos com outros investimentos. O investimento inicial foi de 150 mil reais e até o momento a média é de 4 reservas por semana com mais de 10 mil visualizações no site.

Os eventos tem gerado um ticket médio de R$ 1.500,00 reais. A meta da plataforma é encerrar o ano com eventos todos os dias, atingindo um faturamento médio de 180 mil reais. Além disso, o grupo tem um plano de expansão do serviço para outras capitais.  Hoje a plataforma funciona apenas para a cidade de São Paulo. “Rio de Janeiro, interior de São Paulo e algumas capitais do Brasil já estão sendo analisadas para a expansão”, destaca a empresária e chef de cozinha, Juliana Gonçalez.

 

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